terça-feira, 7 de maio de 2013

Onde a Esperança de Refugiou - Exposição organizada pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos

Exposição em 5 Eixos que proporciona ao visitante a contextualização nacional e internacional dos momentos históricos em que se estabeleceram as ditaduras na América Latina. Eixo 1 - Contexto Político Brasileiro e Latino-Americano. Eixo - 2 A Ditadura Militar no Brasil. Eixo 3 - Movimento de Justiça e Direitos Humanos. Eixo 4 - Transição Política no Cone Sul, Anistia/Redemocratização. Eixo 5 - Políticas da Memória.

















                                                          fotos daniel de andrade simões 

sábado, 4 de maio de 2013

Homens que lutam toda sua vida por justiça e direitos humanos, um destes é Jair Krischke

       Jair Krischke - Presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos
                                  


 Exposição sobre a ditadura militar e civil, organizada pela MOVIMENTO de Justiça e Direitos Humanos - local: Usina do Gasometro, fica até o dia 05.04.2013 - fotos daniel de andrade simões 

Morre em São Paulo o sindicalista José Ibrahim

                                                       foto daniel de andrade simões                    

Estamos todos morrendo, Saitica. Sem o justo respeito histórico.Tô morrendo. Atacada e atacando.

  • Ele foi um dos 13 presos políticos trocados pelo embaixador americano Charles Burke Elbrick, em 1969, que aparecem em foto histórica

Germano Oliveira (Email · Facebook · Twitter)
Publicado: 2/05/13 - 18h48
Atualizado: 2/05/13 - 20h12

José Ibrahim, em destaque na foto histórica, e em imagem mais recente
Foto: Divulgação / Arquivo O Globo

José Ibrahim, em destaque na foto histórica, e em imagem mais recente Divulgação / Arquivo O Globo 
SÃO PAULO - A histórica fotografia dos 13 presos políticos trocados pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969, quando embarcavam para o exterior a bordo de um avião Hércules 130 ds FAB, perdeu nesta quinta-feira um dos seus integrantes, o sindicalista José Ibrahim, que na imagem aparece ao lado do ex-ministro José Dirceu. Ibrahim, de 66 anos, teria morrido de infarto, segundo as primeiras informações, enquanto dormia em seu apartamento no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Ele foi um dos principais sindicalistas brasileiros, internacionalmente conhecido por ter liderado, em 1968, uma das maiores greves de metalúrgicos contra o regime militar, antes mesmo do surgimento de Luiz Inácio Lula da Silva, que só começou a liderar paralisações no final da década de 1970.
O ano de 1968 foi marcado por grandes manifestações por liberdade em vários pontos do mundo, como a Primavera de Praga e a revolta dos estudantes em Paris. No Brasil, a luta era contra a ditadura militar instalada em 1964. O jovem José Ibrahim, então com 21 anos, era diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, que, a exemplo dos metalúrgicos de Contagem (MG), lutava por melhores salários da categoria. Desde 1967, Osasco despontava como o polo central do movimento sindical em oposição ao regime militar, e Ibrahim já se destacava, embora ainda muito jovem. Mas foi em julho de 1968 que os sindicalistas da cidade marcaram a história brasileira naqueles difíceis anos de chumbo.
No dia 16 de julho, Ibrahim e sua turma resolveram parar todas as metalúrgicas de Osasco e, nesse dia, ocuparam as instalações da Cobrasma, um das mais importantes fábricas de São Paulo. Depois dela, paralisaram também as atividades de grandes metalúrgicas, como a Barreto Keller, Braseixos, Granada, Lonaflex e Brown Boveri.
- Eu comecei a trabalhar na Cobrasma ainda menor, com 14 anos, em 1961, mas já entrei participando porque eu era politizado, era secundarista e já tinha um certo nível de conhecimento, de literatura marxista e de fazer política - disse Ibrahim ao blog de José Dirceu, em julho de 2008.
Preocupado com a crescente onda grevista no país, os militares resolveram intervir no sindicato dirigido por Ibrahim, ocuparam todas as fábricas, cercaram entradas e saídas da cidade e o Ministério do Trabalho decretou a ilegalidade do movimento. Por ordem do então governador de São Paulo, Abreu Sodré, os trabalhadores foram reprimidos e 60 líderes da greve foram levados para o Dops paulista, onde a tortura de presos era rotina. Toda a diretoria foi cassada e os grevistas, afastados. Ibrahim foi demitido sem receber qualquer direito trabalhista.
Começou aí sua vida na clandestinidade. Optou por entrar para a luta armada, por meio da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Acabou preso e foi barbaramente torturado. No dia 6 de setembro de 1969, Ibrahim era um dos 15 presos políticos brasileiros que foram trocados pelo embaixador Elbrick. Além de Ibrahim e José Dirceu, estavam no avião Hércules 130 da FAB, rumo ao exílio no México, militantes de esquerda como Vladimir Palmeira, Ricardo Zaratini, Flávio Tavares, Ivens Marchetti, Ricardo Villas e Gregório Bezerra, entre outros. Antes de embarcarem para o México, no Aeroporto do Galeão, fizeram a histórica foto, que até hoje ilustra os principais livros da esquerda brasileira sobre a história da luta contra a ditadura militar.
- Foi uma lista ecumênica - disse o jornalista Franklin Martins, um dos articuladores do sequestro do embaixador americano, algum tempo depois, ao se lembrar de como foi montada a lista com os nomes dos presos políticos brasileiros, pertencentes ao Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), da Ação Libertadora Nacional (ALN), da VPR de Ibrahim, da dissidência de Niterói do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que optaram pela luta armada contra os militares.
Exilado, Ibrahim morou dez anos no exterior, no Chile, Panamá, México e França. O sindicalista voltou ao Brasil em 1979, com a Lei da Anistia. Em 1980, ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores (PT), ao lado de Lula, mas em 1986 rompeu com o partido e se filiou ao Partido Verde (PV). Recentemente, participou da fundação da União Geral dos Trabalhadores (UGT). Como dirigente sindical, vinha participando da Comissão Nacional da Verdade, com depoimentos sobre a ditadura militar.
Nos últimos anos, morou com a família no apartamento da rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros. Como bom corintiano, nesta quarta-feira assistiu ao jogo do Corinthians contra o Boca Juniores, no qual os argentinos ganharam por 1 a 0, ao lado do filho Gabriel, de 16 anos. Ao final do jogo, foi dormir. Nesta quinta-feira cedo, a mulher Helena saiu para trabalhar e o filho Gabriel foi para a escola. Quando o jovem retornou para casa, por volta das 13h, viu que o pai estava morto na cama no quarto do casal. A autopsia ainda estava sendo feita na noite desta quinta-feira, mas os amigos acreditam que foi morto por um infarto no coração. O corpo será velado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O sepultamento deve acontecer às 17h desta sexta-feira no Cemitério Bela Vista, em Osasco.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Perguntas do Mia Couto à Língua Portuguesa

        Mia Couto, Rui Barbosa e Priscila Weber - foto daniel de andrade simões


      Venho brincar aqui no Português, a língua. Não aquela que outros
embandeiram. Mas a língua nossa, essa que dá gosto a gente namorar e que nos
faz a nós, moçambicanos, ficarmos mais Moçambique. Que outros pretendam
cavalgar o assunto para fins de cadeira e poleiro pouco me acarreta.

     A língua que eu quero é essa que perde função e se torna carícia. O
que me apronta é o simples gosto da palavra, o mesmo que a asa sente aquando
o voo. Meu desejo é desalisar a linguagem, colocando nela as quantas
dimensões da Vida. E quantas são? Se a Vida tem é idimensões?

     Assim, embarco nesse gozo de ver como escrita e o mundo mutuamente
se desobedecem. Meu anjo-da-guarda, felizmente, nunca me guardou.

sábado, 27 de abril de 2013

Mario Quintana, brincando de esconde esconde comigo, o retratista

                                                     foto daniel de andrade simões

Caçadores da Lua - ela passou por cá em Porto Alegre tentando se esconder

                                                        foto daniel de andrade simões

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Portugal, 25 de abril - Fim do Salazarismo e das guerras coloniais - "Sei que estás em festa pa..."



 "A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir              riqueza, produz ricos" Mia Couto
                                                    fotos daniel de andrade simões

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Preciso ser um outro para ser eu mesmo - Mia Couto

                 Amizade construída na luta em Moçambique - Mia e Daniel - foto josé daniel simões

domingo, 21 de abril de 2013

Fim de linha para o pinguim em Torres, RS

                                                   foto daniel de andrade simões

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Banho de Luz em Itapeva, RS

                                                                                    foto daniel de andrade simões

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Renzo Rossi, Santo da Solidariedade por Frei Betto

                                                                  foto daniel de andrade simões
Morre padre Renzo Rossi, defensor dos direitos humanos no Brasil
Ensina a catequese que alguns cristãos lograram o impossível: viver segundo a vontade de Deus. Tiveram vida coerente, praticaram virtudes heroicas, deram testemunho do Evangelho como discípulos exemplares de Jesus. São chamados santos.
Com o tempo descobri que nem tudo que reluz é ouro. Há inúmeros santos anônimos que jamais serão canonizados, e há santos que merecem a glória dos altares e, no entanto, tiveram atitudes nada condizentes com os valores evangélicos.
Aliás, os processos de canonização custam caro, e são inacessíveis àqueles que viveram para os pobres, como Padre Cícero, Dom Helder Câmara, Dom Luciano Mendes de Almeida, Dom Oscar Romero, para citar apenas alguns clérigos.
No dia 25 de março, perdemos um santo real, incontestável, de quem tive a graça de ser amigo: padre Renzo Rossi, italiano de Florença, jesuíta como o papa Francisco. No sábado, 23, eu deveria visitar Renzo no hospital. Como a Universidade de Florença cancelou minha palestra, deixei de abraçar o amigo de 87 anos que padecia de câncer no pâncreas.
Renzo era movido a uma alegria exuberante. Parecia dotado de mil baterias. De aparência jovial, nunca o vi triste nem mesmo carrancudo. Falava alto, tinha por hábito tocar seus interlocutores e tratá-los com irreverência. Nada parecia abatê-lo nem constrangê-lo.
Em 1965 ele veio integrar, no Brasil, a missão jesuíta de Salvador. Um ano após o golpe militar. Atuava junto aos pobres sem se envolver com a militância em luta contra a ditadura.
Em 1969 nós, frades dominicanos, fomos presos, acusados de subversão. Ao todo, sete frades. Um deles, Giorgio Callegari, era italiano de Veneza. No ano seguinte, ao retornar de férias à Itália, Renzo encontrou a mãe de frei Giorgio. Ela pediu-lhe que, ao retornar ao Brasil, fosse a São Paulo visitá-lo.
Padre Renzo veio ao Presídio Tiradentes, onde nos encontrávamos presos em companhia de quase 200 companheiros (Dilma Rousseff se encontrava na ala feminina). Frei Tito de Alencar Lima tinha sido reconduzido à tortura em fevereiro de 1970. Renzo ficou impressionado ao vê-lo. Decidiu que, dali em, diante, sua missão seria apoiar as vítimas da ditadura.
Ao longo de seis anos, Renzo visitou 14 cadeias brasileiras que abrigavam prisioneiros políticos. Como ele não tinha nenhum vínculo com política, e aparentava ser um cristão destituído de ideologia, não levantou suspeitas.
Renzo não era "neutro”. Estava ali para servir às vítimas, não aos algozes. Tanto que, por ocasião de uma greve de fome nacional, quando todas as comunicações entre presídios foram interrompidas, a repressão cometeu o equívoco de permitir que aquele sacerdote insuspeito visitasse os grevistas. Talvez pensasse que suas preleções poderiam demover os prisioneiros do "gesto suicida”. Mal sabia a ditadura que Renzo servia de pombo-correio entre os cárceres, passando informações e alento.
Em Salvador, foi preso um jovem de 18 anos: Theodomiro Romeiro dos Santos. Já no carro de polícia, sacou seu revólver e atingiu três agentes, matando um quarto, um sargento da Aeronáutica. Renzo passou a visitá-lo. Em 1971, Theodomiro foi condenado à pena de morte, mais tarde comutada em prisão perpétua. Veio a anistia, em 1979, e o jovem marcado para morrer não foi beneficiado.
                                                                    Theodomiro

Renzo temia, como todos nós, pela vida de Theodomiro, isolado em um cárcere e alvo do ódio da ditadura que, aos poucos, desmoronava. Era preciso libertar Theodomiro. Isso implicava subornar carcereiros e policiais.
Renzo voltou à Europa e levantou os recursos. Conseguiu tirar Theodomiro da prisão e do Brasil, conforme relato detalhado no inestimável livro de Emiliano José, "As asas invisíveis do padre Renzo”, que em breve chegará às telas de cinema.
Renzo se foi. Seu exemplo fica. Exemplo de algo que constitui a essência de nossa condição humana e, no entanto, nada fácil de ser praticado: a solidariedade. Jesus ensinou que isso, que é tão humano, é também, divino aos olhos de Deus. E quando se traduz em arriscar a própria vida para salvar outras vidas se chama amor.
[Frei Betto é escritor, autor de "Diário de Fernando – nos cárceres da ditadura militar brasileira” (Rocco), entre outros livros.http://www.freibetto.org/ - twitter: @freibetto.



quarta-feira, 10 de abril de 2013

AMAPÁ terra que Sarney escolheu para reinar com Renan. "Não tenho futuro, tenho passado" , não se enganem ele tentará manter-se senador.

                                                                      foto daniel de andrade simões

terça-feira, 9 de abril de 2013

Nada de Adeus, Renzo

                                                     foto TV daniel de andrade simões

Emiliano José, jornalista e escritor
Você alimentava um sonho dourado, Renzo: semear em outras terras, viver entre os pobres, sentir as dores dos que tinham sede e fome de justiça. Sua Florença, beleza renascentista, monumento da humanidade, não lhe bastava. Queria o mundo, vasto mundo, que reclamava o Evangelho. A primeira conversão com os operários fiorentinos fora um empurrão: assimilou a diversidade da humanidade. Existia compaixão nos que não viviam a crença cristã, até nos comunistas, como nos trabalhadores da Italgas. Passou 16 anos nessa luta para seguir estrada afora, desde que se tornara sacerdote, em 1949.
Chorou, eu sei, no navio que o trazia para o Brasil, em 1965. Chorou muito por deixar Florença e seus amigos, sua vida até ali, tantos hábitos. E deixar Ethel, a mãe, que nem quis estar presente quando partiu, tão partido estava o coração dela por ver o filho mergulhar num mundo desconhecido. No navio, as lágrimas vinham junto com as recordações de uma vida inteira, e o choro era uma catarse. Não abalava sua escolha. Na vida, escolhas nunca são fáceis, sempre há uma contabilidade de perdas e ganhos.
Aliás, você nem sabia, se haveria ganhos. Apenas partia, a certeza de que devia seguir mundo afora, entre os desvalidos, para divulgar o Evangelho. Quem quiser que me siga, pensava em Cristo. Não havia meias medidas na escolha. O Brasil o surpreende, sei, porque me contou: no Alto do Peru, em Salvador, o povo lotou a igreja na sua primeira sexta-feira santa, uma elegia ao sofrimento; e quase o deixa falando sozinho no domingo de Páscoa, momento da ressureição de Cristo. Ora, pensou, maior é a alegria pela volta de Cristo do que a tristeza por sua morte.
E o Brasil surpreendeu você, também, pela pobreza. Que era extrema, ampla. Calçou as sandálias de apóstolo, arregaçou as mangas, e pôs-se a trabalhar entre os pobres. De todo modo que pudesse, queria aliviar as dores dos que clamavam por pão, por casa, por uma vida digna. Em 1971, os desabamentos causados pelas chuvas mataram mais de 150 pessoas em Salvador. Você orientou a invasão de escolas pelos moradores de Bom Juá e redondezas, dos bairros mais atingidos. Foi áspero, duro numa audiência com o governador. Em 1976, quando moradores do Marotinho foram desalojados pela polícia, lá estava você, confrontando-se com policiais.
E depois veio a mais bela, rica, frutífera experiência de sua vida. Não é assim que você se refere ao falar da peregrinação que fez entre as prisões políticas brasileiras, que iniciou em 1975 e só terminou quando saiu o último preso político do País? Nós, Jorge Felippi, Bruno, Henrique e eu, ouvimos você dizer que essa experiência o tornou o padre mais feliz do mundo – essa afirmação foi feita em maio de 2012, em sua casa, ali pertinho do Duomo. Seus olhos explodiam de alegria ao dizer isso, e nós, que o filmávamos, não resistimos e o aplaudimos. Seu coração, eu sei, não se continha de tanta felicidade por ser solidário com os que sofriam as dores do cárcere, os que curavam as feridas da tortura e, assim mesmo, mantinham a esperança de um dia ver o País liberto de tanto terror. Sua segunda conversão. Estive preso e me visitastes...
Nós, muitos nem tão crentes assim, mais íntimos da esperança que da fé, veja só a ironia, fomos encontrar um santo. Se é possível pensar em homens santos, você é um deles. Com sua esfuziante alegria, com suas broncas, com os tapas carinhosos com que nos regalava, com a sua inesgotável capacidade de amar, com a coragem que demonstrou ao entrar nas catacumbas, ao pensar as feridas nossas, dos familiares, das crianças torturadas, ao percorrer o Brasil nessa peleja, ao viajar pela Europa em favor da anistia, foi revelando a sua santidade – um homem, isso, um homem que soube entregar-se à humanidade, sem nunca querer nada em troca, nem a conversão à crença que você professou com tanto ardor e fé.
Nos avisaram que você partiu dia 25 de março. O filme está pronto e ficou muito bonito, sabemos que perguntou a Sandra sobre ele. Nada de adeus, você continua entre nós. O filme o torna sempre presente e sua obra, sua vida, o tanto que semeou, o eternizam. Você sabe disso. Terno, eterno, Renzo!
Publicado no jornal A Tarde-Ba, em 08/04/2013.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Lançamento do Livro Não Calo, Grito. Fotos, cartuns, depoimentos sobre a Ditadura Civil e Militar no Rio Grande do Sul




                                            fotos daniel de andrade simões

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os Caras Pintadas, a Volta - Movimento contra o abusivo aumento das passagens de ônibus em Porto Alegre - fotos daniel de andrade simões




Ôpa...essa foto em slide é da década de 1980. Um dos dirigentes desse movimento do MR-8 era o Busatto, cadê você "companheiro".




                                              Fotos daniel de andrade simões 

Saiticar

política Moçambique da série: para não esquecer 68 Rio Real Mario Quintana mia couto Porto Alegre cultura rio real bahia Itapeva cooJornal poesia Paris Professor Lutzenberger da série: Navegar meio ambiente Cultura - Ariano Suassuna Flores da Mata Atlântica Jair Krischke Pedro Simon Pinguim - Itapeva - RS Quem Samba Fica por Rui Patterson Ulisses Guimarães jornalismo Bonfim Porto Alegre Dinamarca - Tempo de Resistência por Leopoldo Paulino Feira do Livro - Mario Quintana Ferrovia Rio Real Frelimo Gaúcho Itapeva - RS Jaime Cardoso - poeta João Barbeiro Movimento de Justiça e Direitos Humanos Moçambique - campo de reeducação da Frelimo Nemésio Garcia Operação Condor Poesia LCMB Rua da Praia Sarney Tobias Barreto - Sergipe cartunistas na feira do livro cineasta direitos humanos família simões feira do livro de porto alegre fotofalante henrique simões do prado homem banda licinio azevedo luiz carlos maia bittencourt "olha o sol" rui patterson e sarno 25 - Fim do Salazarismo ... 25 de abril em Portugal 30 anos de stella e daniel - casamento 5º Encontro Latinoamericano pela Memória A Liga na Lagoa do Peri - Santa Catarina. 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Papa Ratzinger Paraguai por Tânia Miranda Paris Foto Falante - Cândido Paris França Paris baguete Paris e os brasileiros estudantes em 1975 Parque da Redenção - Porto Alegre - RS Brasil Pasquim na Prisão em Salvador Pe. Renzo por frei Betto Pelo direito de ser criança - Tânia Miranda Petrasi e sarmento leite - RS Brasil Pica pau e o fim de linha Pilar e Marina Pindoba Futebol Clube de Rio Real Planeta Terra e o Consumismo Planeta Água Poesia WB Poesia WB - Indio Poesias Poeta Jaime Cardoso Poeta Wilson Barbosa - Brasil Poetas Wilson Barbosa e Jaime Cardoso Políticos fichas sujas População indígena brasileira Porco Espinho e o Dragão Porra - Rui em campana esperando Godot Porra - refundação em bordados de tauá das ceramistas de Rio Real Porto Alegre - Jair Soares Portugal Portugal Lisboa Revolução dos Cravos 1975 Portugal e Moçambique Português de Moçambique Presidente Jair Krischke Presídio de Frei Caneca - RJ Prisão e escracho para os torturadores e assassinos da ditadura no Brasil Prólogo para Carlos Marighella por Wilson Barbosa - Negus Pátria por Wilson Barbosa - Negus Pérolas dos vestibulandos baianos por Tânia Miranda Pérolas dos vestibulandos baianos. Alunos da prof. Tânia Miranda Quebrando o sigilo eterno por Tãnia Miranda Quem Samba Fica ... Quem sambia fica...Memórias de um ex-guerrilheiro Rui Patterson Quem tem medo da Comissão da Verdade Quilombolas e as armas da Marinha por Tânia Miranda RS Rafael Guimaraens Rafton Raimundo Pereira Raul Morales recomenda a leitura de Quem Samba Fica ... Raul Moralles Reflexo - revista criada por exilados Reflexo da cultura brasileira no exílio 1978 - Suécia Reinaldo Melo Reinaldo de Melo Renzo por Emiliano José Reparações para os anistiados Restauração do Araújo Viana e o poeta Carlos Caramez Retalhos da História Retrilhar com Dilma Rousseff Retrilhar em Rio Real RetroVisão no brique de porto Alegre-RS Rio Grande do Sul - Torres Itapeva Rio Real - Bahia - Brasil Rio Real - Bahia Brasil Rio Real - Cultura nas Escolas Rio Real - Retrilhar Rio Real Bahia - Origem Rio Real Bahia Antonio Pedro de Santinha Rio Real Bahia Francisco Moreira Simões Rio Real Bahia e Mia Couto Rio Real Brasil e Maputo Moçambique Rio Real e Jorge Amado nas Escolas Rio Real e a Ferrovia Trem Jégue Rio Real e a literatura brasileira nas escolas Rio Real e o Trem Bala Rio Real por Cosme Oliveira Rio Real por Euler Pereira Rio Real um paraíso de esgôto a céu aberto e lixo Rita LEE para Amy WineHouse Roberto Silva Rodovias brasileiras via sem saída Rui Patterson Rui Patterson - O Farejador Navegante Rui Patterson e Carlos Sarno Rui Patterson e Leopoldo Paulino Rui Patterson e Marighella no Quem Samba Fica... Rui Patterson e Sarno Rui Patterson e o Quem Samba Fica ... Rui Patterson e seu pé quebrado Rui Patterson em Quem Samba Fica ... Rui Patterson o Gastador ... Rui Patterson sobre daniel de andrade simões Rui Pinto Patterson Rui Pinto Patterson - Bahia Brasil SOS democracia Saitica Sala de Aula - Moçambique Samora Machel Samora Machel - estadista africano Samora por Graça Machel Moçambique Sanfoneiro ou gaiteiro - Brasil Sanhã - india waiãpi - amapá- brasil Santo marido Sarno e Nemésio Garcia Se. Seca por Luiz Carlos Maia Bittencourt Sequelas da Ditadura por Tânia Miranda Sergipe Sergius Gonzaga Simon e... Simplesmente Josué de Rio Real Sergipe Sobre a ditadura militar e civil no Brasil Soneto Póstumo - Mario Quintana Sonhando um Pesadelo por daniel de andrade simões Sr. Carneiro Sr. Modeste Shwarstein Simões Stella Sueli e Raimundo casam em Rio Real Sergipe São Paulo e RS Brasil Série Crianças do Paraíso TUPAMARO Henry Engler Taís e Fabiane Teatro Davi Camargo - recordista em apresentações Teatrólogo Sarno - O primeiro a queimar em Salvador a bandeira americana Tempo de Resistêcia - Leopoldo Paulino Tempo de Resistência de Leopoldo Paulino (Jaiminho) na Décima Edição Teotônio Vilela Teotônio Vilela e Pedro Simon Terminal turístico Torres RS Terra para quem nela trabalha por Tânia Miranda Theodomiro dos Santos Torres - corruptos Torres- Pesca Torturadores e assassinos da DITADURA no Brasil Travessia 2012 da Ilha dos Lobos - Torres Trotzki e a Presidente Dilma Tânia Miranda Ubiratan Castro de Araújo Ubiratan Castro de Araújo por Emiliano José Ubiratan Castro de Araújo por Rui Patterson Ulisses Guimarães - Brasil Ulisses Guimarães na rua da Praia e outros Ungaretti - O Cara Urubu Zebedeu - Rio Real Bahia Vaca de Rio Real - Bahia Valdir Pires Vendedor de pinta silva Veneza do Norte?...Tá Verdade e Justiça - Compromisso de Porto Alegre Viragem - por wilson barbosa Virgulino Ferreira - Lampião Xico Stokinger Yasser Arafat Yuri Carlton campeão de artes marciais e advogado Zé Cacheado de Rio Real amapá capiberibe ana craidy simões e jacques antinoMia antropologia coca cola artesanato artur bispo do rosário artur bispo dorosário bajulador e puxa saco bice brique da redenção brizola tancredo e ulisses caju de Rio Real Bahia cajueiros de Rio Real - Bahia carlos araújo cartunista santiago castro alves caetano veloso gilberto gil mario quintana e... cavalgada torres - RS Brasil caçadores da lua ... ceramistas chapada do vagalume chuck - o bom guri coerência e coragem comportamento conto da saitica conto da saitica II conto do Zidane conto do senador Jacinto Gastura conto do urubu cooJornal - RS Brasil coqueiral rio real bahia brasil crueldade na tradição cultural cruz cartunista gaúcho daniel de andrade simões daniel de andrade simões ou reginaldo faria leite por MIA COUTO defensor da água. desde 1973 dilma rousseff dilma rousseff e energia limpa diretas já ditadura militar eduardo tavares fabico eleonora annes escultor e ativista político estilosas jaquetinhas em Antonio Prado - foto osvaldo hampe RS estudantes estátuas que andam exemplo de solidarieda exilados brsileiros em Moçambique exilio frança exílio falso hai-cai por Wilson Barbosa familia Craidy - Brasil feijão da chapada do vagalume itati ferreira gullar - poeta Brasil ferrovia ferrovias - exposição coletiva do grupo leica 1 fora collor fotoFalante - retalhos do tempo fotoFalantes - diria o Elson Martins do Acre galeria F - salvador bahia galo de briga rio real bahia brasil gaúchos grande roqueira que faz sua verdade guardião da floreta amazôniaca india Waiãpi Sanhã - Amapá Brasil italianos ... itapeva - Torres Brasil itati - Chapada do Vagalume itati chapada do vagalume jabá... jacques schwarzstein jacques ze ana marquito e... jair Soares...Brasil josé daniel craidy simões josé serra lambe lambe de Lisboa lenon bar licinio hollywood lucia Ribeiro Bittencourt e Marie Jô luiz maia bittencourt lula um cabra sensivel malangatana e roberto silva malfeitor no Brasil - por Luiz Claudio Cunha marco aurélio barroso marcos baroni mario benedetti mario quintana e alceu valença - poetas mouftard paris moçambique - marcelino dos santos frelimo médico naturalista e humanista defensor da vida natureza negus o criador do PORRA na tortura ou ou fim de um cíclo? paris manifestação pcdob pedagoga baiana pintura leinad poeta Mario Quintana - Porto Alegre - Rs poeta Wilson Barbosa e Muriatan por Alcinéa Cavalcante por Tânia Miranda portugal revolução dos cravos prestes prisão para todos professores pés descalços e enxada retalhos retalhos de lutas democráticas revolucionário baiano que lutou contra a ditadura brasileiro riacho do Raposo rio real - bahia rio real bahia brasil rio real e os senadores rio real jaci e renata rio real pedaladas - Itapicuru rio real raposo rui guerra salvador sapinhos do sul sarmento leite - RS Brasil sem-terra sobre presidio Lemos de Brito solidão stalin um continente sem história ? um grande camarada da esquerda... um historiador equivocado por Rui Patterson - advogado. E a Biografia do Marighella por Mário Magalhães um revolucionário brasileiro no exílio em Moçambique urubus brasileiros utopia ou realidade ? valneri antunes verdade e justiça em Porto Alegre-RS vida de cão... voam juntas a alma e as lembranças ? wilson do nascimento barbosa wilson nascimento barbosa www.samuel-cantigueiro.blogspot.com Ói Nóis Aqui Traveiz - Memória água do planeta água para todos